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A MEDIUNIDADE COMO UM INSTRUMENTO EVOLUTIVO

A MEDIUNIDADE COMO UM INSTRUMENTO EVOLUTIVO

Uma alma que vem para esse mundo com o propósito de evoluir, acomoda-se em um corpo físico, onde isso varia com a necessidade que se tem para realizar seus resgates e aprendizados.

Esse comentário é para lembrar que a mediunidade não é nem boa nem ruim!

Ela simplesmente uma ferramenta que a pessoa pode utilizar para evoluir, estando muito vinculada à sua forma com o qual é aplicada.

A mediunidade é um termo que vem do latim e significa “intermediação ou intermediário” e é uma faculdade psíquica ou sensibilidade extrafísica que é inerente à todas pessoas.

O que difere é que em algumas pessoas ela aparece pouco evidente, enquanto que em outras se mostra desenvolvida, aguçada voluntariamente ou não.

Todos somos médiuns, alguns mais desenvolvidos, outros menos e a maior parte das pessoas desconhece esse fato.

A mediunidade pode ocorrer de várias formas, desde a sensibilidade à presença de entidades extrafisicas (espíritos) até o contato direto com estas entidades através da psicografia, clarividência, psicofonia (incorporação) entre outras.

Mas para que serve a mediunidade? Como usa-la? Quais os desafios que enfrenta uma pessoa que apresenta sua mediunidade desenvolvida?

O indivíduo desenvolvido nessa faculdade, principalmente com consciência disso tudo, aprende a aproveitar as percepções do plano espiritual, trazendo esse conhecimento das dimensões superiores para o plano físico. A pessoa consegue acessar informações, algo que para maioria das pessoas é algo místico, esotérico, desconhecido.

E é ai que começam os grandes desafios. Afinal essa mediunidade acarreta um aumento de sua responsabilidade, no sentido de utilizar com sabedoria suas percepções extrafísicas. Afinal, esse dito “dom” da mediunidade, acaba tornando a pessoa “diferente”, o que não é verdade. Essa “diferença”, perante o estilo de vida aqui na Terra pode gerar muitas conseqüências.

Veja abaixo algumas delas:

Rejeição:

Rejeição das pessoas em relação ao médium, por considerá-lo louco, insano, etc.

Rejeição do médium em relação à própria mediunidade, por não querer enfrentar a responsabilidade, por insegurança, etc.

Medo:

Medo das pessoas em relação ao médium, afinal ele é alguém que se “comunica” com o mundo dos “mortos”.

Medo do médium em relação a essa faculdade psíquica. Por desconhecer e por não ter confiança. Por não saber o que fazer e como fazer. Afinal os impactos que implicam no uso dessa mediunidade podem ser desastrosos, quando não há sabedoria e discernimento.

Admiração:

A admiração das pessoas em relação ao médium. Por ser considerado alguém “diferente”, que pode ter acesso a alguns mistérios ocultos para a maioria das pessoas. Essa admiração pode gerar idolatria. Pode também gerar vaidade excessiva por parte do médium, originando fascínio e orgulho.

Orgulho:

O médium se fascina pelos acontecimentos e por seu “dom”. Ele pode se achar especial, sentindo-se superior aos demais.

O Orgulho pode ser considerado uma das piores formas de obsessão. Uma, porque cega a pessoa e outra porque é alimentada por ela mesma, distante de sua essência, cheia de ego e alienação. Nesse caso, as conseqüências podem ser desastrosas.

A pessoa que nasce com elevado desenvolvimento mediúnico só vem com esse “projeto de vida” pela necessidade que tem de aprender a lidar com esses aspectos inferiores da personalidade, que somente assim poderiam aflorar para gerar o aprendizado. O desafio é grande, porque a chance da pessoa incorrer nesses deslizes é muito grande. Isso porque, aos olhos do leigo, distanciado do entendimento da missão da sua alma, a mediunidade é um poder “digno dos Reis”… Grande armadilha!

Ser médium não é ser melhor ou pior que ninguém! Trata-se apenas de fazer parte de um projeto de evolução, que precisa da mediunidade como um instrumento de crescimento.

Muitas pessoas, com níveis elevados de mediunidade, costumam cometer os seguintes equívocos:

– Usar o “dom” de forma inadequada, negativa, voltado para interesses apenas pessoais. Este tipo de uso da mediunidade se alia a entidades de baixo padrão vibracional, o que gera o aprisionamento do médium ao mundo inferior.

– Fascinar-se, cair no ego, na vaidade e no Orgulho, pelo fato de iludir-se com os acontecimentos. Este tipo de uso da mediunidade precipita o médium aos abismos de sua própria consciência. Ele passa a não acreditar em mais ninguém, somente nele mesmo e começa a atrair entidade ‘famosas’ , acreditando ser superior e nivelando-se a tais entidades. Neste caso a escuridão incorpora neste médium se passando por tais entidades ‘famosas’.

– Renegar completamente a missão, pelo medo que tem de enfrentar os desafios que virão. Este médium fica sempre procurando um lugar que não te cobrem nada, e que possa continuar pedindo. Com essa negativa de trabalhar, as entidades que projetaram sua evolução se afastam.

A maior meta:

Usar a mediunidade como um instrumento para melhorar a humanidade. Aprender a utilizá-la de forma honesta, idônea, voltada para o bem maior colocando-se, permanentemente, como instrumento de ajuda para a evolução da humanidade, deixando a energia grandiosa da Fonte Criadora fluir pela bondade e pelo amor.

Se o médium souber trilhar sua vida com humildade, constância de propósito, usando essa força com discernimento, também poderá viver inserido em uma atmosfera espiritual agradável, amorosa e de muita proteção.

É preciso ficar atento aos sinais, sempre, a todo instante, para que você não trave sua evolução.

E você, já reconheceu sua mediunidade? Conte para nós nos comentários!

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Shietnar | Carlos de Oliveira

Missionários de Shan

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Shietnar

Uma Consciência Encarnada com a finalidade de Experiênciar a Materialidade ajudando no Despertar Consciencial Terrestre

Este post tem 2 comentários

  1. Gostei muito do artigo
    Sou médium. …Mas não trabalho com isto…Também não frequento nenhum lugar….Não sei se isso tem a ver com minha vida…
    Toda minha vida e de dificuldades sofrimento falta de dinheiro amor etc…
    Estudei o kardecismo e tenho medo das casas de umbanda etc…Não quero ser enganada…Também não tenho vontade de voltar para centro kardecista
    Enfim preciso achar meu caminho…pra onde vou…Obrigada e boa noite
    Regivania

    1. Nos tempos atuais é possível adquirir conhecimentos sobre o desenvolvimento e aplicações da mediunidade sem a necessidade de um vínculo religioso ou frequência em um centro.
      O importante sim é ter a ciência e controle de sua mediunidade para que não atrapalhe sua vida e para que possa utiliza-la em seu favor e ajuda fraterna.
      Estamos iniciando um projeto de vídeo aulas, onde um dos temas do canal é “Mediunidade e Parapsiquismos, seu Desenvolvimento e Aplicações”

      Te convido à acessar nosso site http://www.conscienciaflix.com.br para conhecer o projeto.

      Saudações na Luz

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